Duas respostas diferentes para a mesma pergunta, e é isso que causa mais confusão do que devia: contar dias entre duas datas dá um número em dias corridos e outro, quase sempre mais pequeno, em dias úteis. Qual delas precisas depende do que estás a calcular.
Dias corridos: a conta simples
É a subtração direta entre duas datas — todos os dias do calendário, sem exceção. Serve para prazos que a lei ou um contrato definem em dias corridos (a maioria dos prazos civis, por exemplo), para saber quanto falta para uma viagem, ou para qualquer coisa que não pare ao fim de semana.
Dias úteis: a conta que interessa ao trabalho
Aqui já não contam os sábados, os domingos, nem os 13 feriados nacionais — e, se indicares um concelho, também não conta o feriado municipal dele. É a conta certa para prazos de entrega no trabalho, para saber quantos dias de férias um período gasta, ou para estimar quando um processo administrativo vai avançar.
A diferença entre as duas contas cresce com a distância entre as datas: para um intervalo de uma semana pode ser só 2 dias; para um intervalo de dois meses, pode passar de 15.
Um erro comum: esquecer os feriados
É fácil contar bem os fins de semana de cabeça e esquecer que havia um feriado a meio — sobretudo os que mudam de data todos os anos, como a Páscoa ou o Carnaval. Um prazo calculado à mão que esqueça um único feriado erra por um dia inteiro — o suficiente para entregar tarde algo que parecia estar dentro do prazo.
Como contar sem erro
Para dias corridos, qualquer calendário serve. Para dias úteis — a conta que costuma importar mais — a nossa calculadora faz a subtração já com os feriados nacionais descontados, e com o feriado municipal do teu concelho se o indicares. Basta as duas datas.
E se o que estás mesmo a tentar decidir é onde pôr dias de férias — não só contar quantos dias há entre duas datas, mas quantos vale a pena gastar — é aí que entra o otimizador.